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Tecendo a Escritura

Olá, Nosso Blog é uma janela de acesso aos textos escritos no Laboratório de Criação Literária, in-disciplina desgovernada pelo Cid, professor da Universidade Federal do Ceará. Boa leitura!
Mostrando postagens com marcador Soneto. Mostrar todas as postagens
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O Arquiteto ou Arquiteto de Sonhos

Conheça o arquiteto do impossível.
O mar separo para base ser.
A espuma, branco véu do meu fazer,
Será firme cimento do impossível

E eu clamo pelo vento, o mais terrível,
Pois tetos e muralhas quero erguer.
Do tempo não almejo nada ter
Desejo o material mais perecível.

As letras são degraus de minha escada.
Idéias? Só adornos no festim.
O pensamento vaga como guarda.

Insuportável sonho é este sim
Que vive de palavras e mais nada,
Mas se há algo melhor diga pra mim.
Camila Sâmia
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soneto eco


como te quebro no doce ardor
das horas? encaixoto os sentidos
e deles extraio a suave brancura
que denuncia tua ausência presente?

te desenho em suspenso te privo da
ciência de meus pensamentos. insone
os dias noturnos parasitam o corpo
oco de tuas paredes brancas.

...........................................................
...........................................................
...........................................................

do próximo pesco os ruídos dos contrários.
que de esperanças o mundo está
cheio, que no clamar só sinto anseio.
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Sonetos

Palavra

Escrever é adoecer de palavra
É o regurgito do som
É o delirar do signiicado
Escrever é doer de palavra

É a razao sublime presa ao incontralavel
é o entregar supremo ao irremediavel
é o construir e o destruir
É num lance impreciso deixa-se fluir

De Palavras enfeitar-se
usar da palavra que cura e amaldiçoa
caindo no vicio ,no vacuo,no calado no ,baixo.

a doença da palavra nao mata
enlouquece,transmuda,ressoa:liberta
Escrever é a palavra sombria tatuada na pele da alma.


Procura do Silencio

Alma sangra nos ressoados barulhos
lixo ,entranhas ,entulhos ,insultos
Clara aurora nao amanhecida
O peito dolorido ,a alma perdida

Versos singelos ,palavras dolentes
facas de dois gumes em ferida latente
o canto santo , a ode a profanaçao
um humilhante sim,um glorioso nao

Graça sublime o anoitecer tranquilo
a vida vazia e o peito cingido
mentes presas corpos livres

Sonhar acordao ,sentir qe se vive
Amor,Tempestade ,impeto
o caminho a seguir ainda nao foi iniciado.
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Silêncio

Silêncio que apavora e insulta,
Voz abafada pelo orgulho
E por falta de palavras,
Angústia de quem as espera.

Caminhos traçados por nada
E pelo nada a inspiração
Delírios soltos no vazio
Tristeza de enxergar o finito.

Proximidade do abismo
Aquele que se é conduzido
Através da solidão do espírito.

Alma flagelada no frio,
Dor esperada e assustadora
É silêncio que magoa e feri
.

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TEU CHEIRO

                
O teu cheiro ficou em mim,
E a cada vento que passa, me
Vem o teu sorriso, o teu abraço,
O teu beijo...

O teu cheiro ficou em mim,
E a cada vento que passa, me vem a sensação gostosa de
Estar contigo, das tuas palavras doces,
De tuas críticas salgadas à nossa maneira
De viver, de ver a sociedade, o mundo.

Quero guardar para sempre o teu
Cheiro em mim, pois sei que só assim,
Mesmo estando distante de ti, estarei
Com os momentos mais sublimes que vivemos.

  Gil Sousa

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Nevoeiro


Com quantos amigos se faz um bom dia?
De quantas lágrimas nasce a alegria?
De quantos sorrisos brota o cansaço?
De quantos momentos surge a euforia?

Em sinuosas vias o amor aparece.
Dor corrosiva: a inquietação cresce.
Por tua pele minha vida evanesce
Meu corpo todo, um esforço uma prece:

Que meus olhos não se esvaiam em vazio,
Que meu coração não seja cinismo,
Que meu destino não seja o abismo.

Mas em meus ouvidos só ouço vento.
Em minha alma só palpita corpo.
Uma vez esquecimento, já é morto.
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Soneto improvisado

.

Casas, muralhas, prédios
Tijolo, areia, água
Olho tudo, mas não compreendo
O sentido que tem o nada.

Quando o vento chega tocando o meu rosto
Sinto que voa minh'alma
Por lugares onde nunca andei
Me vem a almejada calma.

Chorando o encontrei
Sorrindo ele estava
Inconstância? Não sei! Só sei que me olhava.

Não sei mais se vivo
Pois estou inconsciente
Nas eternas ondas do infinito.
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    O Arquiteto ou Arquiteto de Sonhos

    Conheça o arquiteto do impossível.
    O mar separo para base ser.
    A espuma, branco véu do meu fazer,
    Será firme cimento do impossível

    E eu clamo pelo vento, o mais terrível,
    Pois tetos e muralhas quero erguer.
    Do tempo não almejo nada ter
    Desejo o material mais perecível.

    As letras são degraus de minha escada.
    Idéias? Só adornos no festim.
    O pensamento vaga como guarda.

    Insuportável sonho é este sim
    Que vive de palavras e mais nada,
    Mas se há algo melhor diga pra mim.
    Camila Sâmia

    [+/-]

    soneto eco


    como te quebro no doce ardor
    das horas? encaixoto os sentidos
    e deles extraio a suave brancura
    que denuncia tua ausência presente?

    te desenho em suspenso te privo da
    ciência de meus pensamentos. insone
    os dias noturnos parasitam o corpo
    oco de tuas paredes brancas.

    ...........................................................
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    do próximo pesco os ruídos dos contrários.
    que de esperanças o mundo está
    cheio, que no clamar só sinto anseio.

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    Sonetos

    Palavra

    Escrever é adoecer de palavra
    É o regurgito do som
    É o delirar do signiicado
    Escrever é doer de palavra

    É a razao sublime presa ao incontralavel
    é o entregar supremo ao irremediavel
    é o construir e o destruir
    É num lance impreciso deixa-se fluir

    De Palavras enfeitar-se
    usar da palavra que cura e amaldiçoa
    caindo no vicio ,no vacuo,no calado no ,baixo.

    a doença da palavra nao mata
    enlouquece,transmuda,ressoa:liberta
    Escrever é a palavra sombria tatuada na pele da alma.


    Procura do Silencio

    Alma sangra nos ressoados barulhos
    lixo ,entranhas ,entulhos ,insultos
    Clara aurora nao amanhecida
    O peito dolorido ,a alma perdida

    Versos singelos ,palavras dolentes
    facas de dois gumes em ferida latente
    o canto santo , a ode a profanaçao
    um humilhante sim,um glorioso nao

    Graça sublime o anoitecer tranquilo
    a vida vazia e o peito cingido
    mentes presas corpos livres

    Sonhar acordao ,sentir qe se vive
    Amor,Tempestade ,impeto
    o caminho a seguir ainda nao foi iniciado.

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    Silêncio

    Silêncio que apavora e insulta,
    Voz abafada pelo orgulho
    E por falta de palavras,
    Angústia de quem as espera.

    Caminhos traçados por nada
    E pelo nada a inspiração
    Delírios soltos no vazio
    Tristeza de enxergar o finito.

    Proximidade do abismo
    Aquele que se é conduzido
    Através da solidão do espírito.

    Alma flagelada no frio,
    Dor esperada e assustadora
    É silêncio que magoa e feri
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    TEU CHEIRO

                    
    O teu cheiro ficou em mim,
    E a cada vento que passa, me
    Vem o teu sorriso, o teu abraço,
    O teu beijo...

    O teu cheiro ficou em mim,
    E a cada vento que passa, me vem a sensação gostosa de
    Estar contigo, das tuas palavras doces,
    De tuas críticas salgadas à nossa maneira
    De viver, de ver a sociedade, o mundo.

    Quero guardar para sempre o teu
    Cheiro em mim, pois sei que só assim,
    Mesmo estando distante de ti, estarei
    Com os momentos mais sublimes que vivemos.

      Gil Sousa

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    Nevoeiro


    Com quantos amigos se faz um bom dia?
    De quantas lágrimas nasce a alegria?
    De quantos sorrisos brota o cansaço?
    De quantos momentos surge a euforia?

    Em sinuosas vias o amor aparece.
    Dor corrosiva: a inquietação cresce.
    Por tua pele minha vida evanesce
    Meu corpo todo, um esforço uma prece:

    Que meus olhos não se esvaiam em vazio,
    Que meu coração não seja cinismo,
    Que meu destino não seja o abismo.

    Mas em meus ouvidos só ouço vento.
    Em minha alma só palpita corpo.
    Uma vez esquecimento, já é morto.

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    Soneto improvisado

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    Casas, muralhas, prédios
    Tijolo, areia, água
    Olho tudo, mas não compreendo
    O sentido que tem o nada.

    Quando o vento chega tocando o meu rosto
    Sinto que voa minh'alma
    Por lugares onde nunca andei
    Me vem a almejada calma.

    Chorando o encontrei
    Sorrindo ele estava
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    Não sei mais se vivo
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