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Tecendo a Escritura

Olá, Nosso Blog é uma janela de acesso aos textos escritos no Laboratório de Criação Literária, in-disciplina desgovernada pelo Cid, professor da Universidade Federal do Ceará. Boa leitura!
Mostrando postagens com marcador Priscilla Falcao. Mostrar todas as postagens
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Romance - introduçao


Romance : O diário de Penélope Dedalus

Priscilla Falcão

Parte I – Memórias do Gato Filosofo

Meia-Noite.A lua já vai alta no céu e as minhas patas percorrem os telhados,á noite batidos pela luz prata da lua.É bom depois de tanto tempo ainda sentir o vento e o orvalho da noite entre meus pelos ,ao longe as ondas frias do mar transbordante sussurra respostas curtas às perguntas sem resposta no infinito.
Falar de lembranças é como tentar pegar raios de sol.
Por mais vivos e brilhantes ,evenescem em nossas mãos ,só fica o calor ávido e ador profunda no coração.
Falar de alguém que gostamos é suspeito.Sempre escondemos seus crimes e erros,e exageramos seus dotes.
Mas estou aqui para falar de humanidade.
Depois de tão poucos anos de vida ;nesse momento queria ser humano e viver cem ,e experimentar,e cair,e levantar, e sofrer ,e amar.
Mas sete ou nove vidas não ajudam são mínimas ,os instintos também não colaboram ,não me faz sentir o que eu queria sentir.
Mas vou contar o que vi,os sorrisos que presenciei ,os erros ,as culpas ,os medos,e os desejos...
As coisas mais sombrias e os momentos de luz...d um ser humano estranho por fotra e  cheio repleto de infinito.
Alguém que sonha coisas impossivelmente simples ,como tirar fotos de jardim e colher borboletas ;alguém que quer algo do céu e gotas sem sal do mar.alguem cujo beijo mais doce seria numa manha de inverno,em que o sol pálido entre as nuvens carregadas beija as peles enquanto as bocas se tocam...frio por fora quente por dentro...alguem que lê avidamente ...chora com os versos belos,que odeia cenas de amor patéticas ,que festeja os heroísmos ,que se expressiona com os horrores e ardores e se impressiona com os momentos infinitos dos pores-de-sol.
Seu Nome:Penélope Dedalus.
Nesse momento as ondas como que repetem esse nome ...as ondas o ornaram...nem Vênus,nem Hera,nem Atenas imaginaram Perséfone tão humanizada,mas que ainda procura seu Hades ,ou seu Ulisses,talvez este ainda esteja lutando comas sereiaS OU tentando escapar das magias de Circe.
Os deuses não imaginaram tamanha heroína.Mas seus trabalhos são de outra ordem...As mitologias se misturam ...
Mas o humano permanece...
E começamos pela primeira vez que a encontrei ...
Numa Noite como esta ,há 5 anos atrás...
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    Meia-Noite.A lua já vai alta no céu e as minhas patas percorrem os telhados,á noite batidos pela luz prata da lua.É bom depois de tanto tempo ainda sentir o vento e o orvalho da noite entre meus pelos ,ao longe as ondas frias do mar transbordante sussurra respostas curtas às perguntas sem resposta no infinito.
    Falar de lembranças é como tentar pegar raios de sol.
    Por mais vivos e brilhantes ,evenescem em nossas mãos ,só fica o calor ávido e ador profunda no coração.
    Falar de alguém que gostamos é suspeito.Sempre escondemos seus crimes e erros,e exageramos seus dotes.
    Mas estou aqui para falar de humanidade.
    Depois de tão poucos anos de vida ;nesse momento queria ser humano e viver cem ,e experimentar,e cair,e levantar, e sofrer ,e amar.
    Mas sete ou nove vidas não ajudam são mínimas ,os instintos também não colaboram ,não me faz sentir o que eu queria sentir.
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    Seu Nome:Penélope Dedalus.
    Nesse momento as ondas como que repetem esse nome ...as ondas o ornaram...nem Vênus,nem Hera,nem Atenas imaginaram Perséfone tão humanizada,mas que ainda procura seu Hades ,ou seu Ulisses,talvez este ainda esteja lutando comas sereiaS OU tentando escapar das magias de Circe.
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