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Tecendo a Escritura

Olá, Nosso Blog é uma janela de acesso aos textos escritos no Laboratório de Criação Literária, in-disciplina desgovernada pelo Cid, professor da Universidade Federal do Ceará. Boa leitura!
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Degraus de Pedra.

Degraus de pedra.mas essas simples palavras nao traduzem a beleza do subire a infelicidade do descer.Nao despertam o contato asperodos pes e das solas dos sapatos.Nao falam de beijos roubados e amassos.Nao lembra as lagrimas dos adeuses nem a alegria das chegadas .do subir e abraçar ,do dar as costas e descer .Nao falam de espera.Daquele olhar mudo para a estrada ao longe.dos pés descalços,da grama nascendo por entre as aberturas,das pedrinhas.Nao falam das pernas por baio da saia florida.Nao fala do vento que sopra e mexe os teus cabelos .Nao falam das balaustradas de madeira marrom envelhecida .Nao falam da tua voz recitando poemas ou das tuas reaçoes ao ler romances.Eles sao mudos,mudos como otempoque nos desune inexplicavelmente,mudos como o espaço que nos separa constatemente,sombrios e duros como a solidao e o medo,,mas nos recebem abertos quando viemos sedentos dos nossos desejos.eles sao a porta para os meus sonhos os mais perfeitos,os braçaos que se abrem para os meus desejos ,eles me puxam para a liberdade,eles me possibilitam os meus parcos monmentos de felicidade,sao chaves de portais,sao tudo.E quando penso neles onde quer que eu esteja,vejo-te,um sorriso e um olhar de espera,vejo luz,chave,corpo,vento,vejo o pensamento firmar-se.O subir e encontrar-te.Corro.Subo-os,galgo-os,alço-os:ascendo,avolumo-me;
encontro-me finalmente em teus braços.
Assim os transponho...transcendo ...
e chego ao infinito...as pedras viraram nuvens.
E os degraus asas de anjo..;

PRiscilla Falcão
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    Degraus de Pedra.

    Degraus de pedra.mas essas simples palavras nao traduzem a beleza do subire a infelicidade do descer.Nao despertam o contato asperodos pes e das solas dos sapatos.Nao falam de beijos roubados e amassos.Nao lembra as lagrimas dos adeuses nem a alegria das chegadas .do subir e abraçar ,do dar as costas e descer .Nao falam de espera.Daquele olhar mudo para a estrada ao longe.dos pés descalços,da grama nascendo por entre as aberturas,das pedrinhas.Nao falam das pernas por baio da saia florida.Nao fala do vento que sopra e mexe os teus cabelos .Nao falam das balaustradas de madeira marrom envelhecida .Nao falam da tua voz recitando poemas ou das tuas reaçoes ao ler romances.Eles sao mudos,mudos como otempoque nos desune inexplicavelmente,mudos como o espaço que nos separa constatemente,sombrios e duros como a solidao e o medo,,mas nos recebem abertos quando viemos sedentos dos nossos desejos.eles sao a porta para os meus sonhos os mais perfeitos,os braçaos que se abrem para os meus desejos ,eles me puxam para a liberdade,eles me possibilitam os meus parcos monmentos de felicidade,sao chaves de portais,sao tudo.E quando penso neles onde quer que eu esteja,vejo-te,um sorriso e um olhar de espera,vejo luz,chave,corpo,vento,vejo o pensamento firmar-se.O subir e encontrar-te.Corro.Subo-os,galgo-os,alço-os:ascendo,avolumo-me;
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